Fernando Haddad defende revisão do BPC e diz que não é corte de gastos sociais
Ministro afirma que objetivo é corrigir distorções e garantir apoio a quem realmente precisa, visando ajuste fiscal
ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Desses cortes, aproximadamente R$ 10 bilhões estão associados a mudanças na legislação, enquanto o restante pode ser implementado sem a necessidade de aprovação do Congresso Nacional. Haddad também destacou a relevância do controle das condicionalidades do Bolsa Família, que anteriormente era realizado a cada três meses. Ele sublinhou a urgência de estabelecer um programa que seja não apenas consistente, mas também transparente, para garantir a eficácia das políticas sociais.
O ministro ainda abordou a questão da compensação pela desoneração da folha de pagamento, expressando otimismo quanto à aprovação do relatório do senador Jaques Wagner sobre o assunto. Ele mencionou que o presidente Lula tomou uma decisão de “risco político sem precedentes” ao vetar um projeto e buscar uma solução junto ao Supremo Tribunal Federal. Por último, Haddad reafirmou o compromisso do governo com a meta fiscal estabelecida em lei, ressaltando a importância de promover um crescimento econômico que seja sustentável a longo prazo. Essa postura reflete a determinação do governo em equilibrar as contas públicas enquanto mantém o foco nas necessidades sociais.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Keller